3 dicas para motivar o aprendizado nas pessoas

Motivar aprendizado nas pessoas

Temos em mente que aprendizado é sobre sentar à mesa por horas lendo um livro e fazendo anotações infindáveis. Claro que também é isso, mas você já pensou como as coisas são inventadas? Você sabe o que levou a criação do paraquedas?

O mesmo elemento que levou você a clicar e ler este artigo, foi o que fez Leonardo da Vinci pensar e criar o paraquedas! Parece meio absurdo, mas não é! Isso tem tudo a ver com aprendizado e com algo que leva a busca constante dele!

Os líderes evolutivos têm essa mesma característica de Da Vinci e nesse artigo você vai descobrir qual é esse elemento e como virar essa chave evolutiva na sua cabeça e na cabeça das pessoas para que elas tenham sede de aprendizado!

O segredo do aprendizado de Da Vinci

Vamos começar refletindo e respondendo a pergunta feita no início deste texto! Agora você vai entender o que tudo isso tem a ver com o aprendizado, liderança e o tal do paraquedas!

Quem foi Leonardo Da Vinci

Em 15 de abril de 1452, nascia no interior da Itália, na região da Toscana, um dos maiores gênios da Humanidade. Filho bastardo de um tabelião, bastante conhecido em Florença, e uma camponesa, ele não podia carregar o sobrenome do pai Ser Pierro di Antonio. 

Na época, era comum as pessoas utilizarem o local de nascimento como parte do seu sobrenome, sendo assim, Leonardo pegou o nome do lugarejo em que nasceu e tornou-se Leonardo da Vinci. 

Ainda na infância, foi morar com seu pai. Aos dezesseis anos, no ano de 1469, por indicação do seu pai, foi aceito como discípulo no atelier de um grande mestre das artes daquela época, o pintor e escultor Andrea del Verrocchio.

A partir dessa oportunidade, Leonardo aprofundou sua técnica e impressionou a todos com sua capacidade de aprendizado, seu perfeccionismo e sua arte. O próprio mestre Verrocchio reconhecia isso.

Durante sua vida Leonardo Da Vinci pintou as obras mais admiradas até os dias de hoje, inventou e visualizou objetos que só muitos séculos depois o homem conseguiu tirar do papel, como o paraquedas, o helicóptero, asa delta e aviões. 

Além disso, era um pesquisador profundo da natureza humana e chegou até mesmo a violar túmulos para estudar o interior dos corpos!

Como funcionava o “aprender” de Da Vinci?

Para Leonardo, tudo era fluido, ele era encantado com os movimentos, curioso sobre como as coisas se moviam e, para ele, todas as coisas estavam completamente conectadas. Ele era capaz de estudar por dias coisas que, aparentemente, não teriam a menor contribuição para ninguém. Quer ver?

Por exemplo, ele decidiu pesquisar como era a língua de um pica-pau. Ele estudava cuidadosamente diversos assuntos por pura curiosidade. Ele foi contratado por reis e grandes nobres da época, para servir como Engenheiro de Guerra, pintor, escultor e até mesmo conselheiro, pois era visto por muitos como um sábio.

Você percebeu nessa história qual o elemento que levou Da Vinci a criar o paraquedas e que fazia dele um gênio?

Aprendendo a aprender

Leonardo tinha alguns traços que o fariam extremamente singular. Ele era canhoto e escrevia de trás para frente para que sua mão não manchasse o papel com a tinta da caneta. 

Ainda se interessava por tudo, qualquer assunto e pensava dias sobre questões que, para uma pessoa comum, passaria batido, como: porque o céu é azul? Qual o tamanho do sol? Como fazer o homem voar?

Portanto, ele curioso, aplicado, tinha sede de aprendizado e um olhar de paradoxo para tudo na vida. Mesmo tendo pouco estudo, pois não frequentou as escolas formais em função de ser um filho bastardo, ainda assim ele se superou. 

Visão sem execução é alucinação. E talento sem imaginação é estéril. Leonardo sempre andava nessa fronteira. Ele soube unir imaginação e observação, o que fez dele o inventor mais completo da história.

Walter Isaacson, biógrafo de Da Vinci

Desta forma, o que fez Leonardo ser tão especial foi justamente não ter tido sua mente limitada por sistemas de ensino duros, que incutem metodologias questionáveis e via de regra liquidam com a criatividade de qualquer um.

Leonardo criou intuitivamente uma forma de ver o mundo e de aprender. Ele aprendeu a aprender, ele nunca estava na zona de conforto. Eu fiz um podcast, EP 061 | Aprendendo a aprender, contando a metodologia dele! 

Por que entramos na zona de conforto?

No seu time tem algumas pessoas que estão desanimadas, acomodadas? Aquelas que não têm vontade de aprender? Muitas vezes, essas pessoas até têm muito potencial, mas por algum motivo não estudam, não se desafiam, ficam na zona de conforto ou não querem crescer. 

Você sabe o que fazer para poder tirar as pessoas da inércia? Como motivá-las e fazer com que tenham mais vontade de crescer, de aprender? 

Primeiramente, é importante refletir sobre a condição dessas pessoas, compreender porque elas não querem aprender mais. Por exemplo, se essas pessoas são jovens, se elas são mais experientes, qual a escolaridade delas, qual o cargo, qual o propósito delas dentro da empresa. 

Existem algumas questões que podem te guiar nesse caminho de compreensão:

Não se sentir desafiada

Às vezes, a pessoa tem competência, tem capacidade, mas está fazendo uma rotina ordinária, não está fazendo nada que a desafia entregar mais, a mostrar todo o seu potencial.

Não ter um horizonte traçado

Não é raro as pessoas não terem para si uma perspectiva de futuro. A pessoa pode não ter muita clareza do que quer alcançar em cinco, dez anos, por exemplo. Essa falta de perspectivas, a falta de ter um horizonte de longo prazo coloca as pessoas numa zona de conforto, fazendo rotinas ordinárias, com resultados ordinários.

O ambiente não incentiva

Talvez isso soe um pouco clichê, mas normalmente uma pessoa é a média das outras que ela convive. Então, se a pessoa convive com outras que têm objetivos mais rasos, que não se desafiam, fatalmente ela não vai encontrar nada que a inspire ali.

Portanto, é importante compreender isso para que você, como líder, também faça o seu papel, entenda a importância de inspirar o outro.

Não perceber o valor em evoluir

Além dessas situações citadas anteriormente, uma questão perigosa é que algumas pessoas não conseguem ver o benefício de evoluir, não conseguem perceber que no longo prazo isso vai ser bom, vai melhorar a vida delas, seja ganhando mais, tendo melhor qualidade de vida ou ambos. 

Aliás, existe um ponto fundamental nisso tudo quando você encontra alguém que está acomodado, na zona de conforto, que não quer aprender mais. Você já parou para pensar que, talvez, essa pessoa tenha um propósito muito raso? Ou que ela nem tenha propósito? Nem todo mundo já passou pelo processo de parar e refletir sobre o que quer no longo prazo.

Embora exista um certo romantismo por trás da palavra propósito, na verdade, propósito nada mais é do que um grande objetivo que você tem para sua vida, por isso ele é particular e só você pode descobrir qual o seu. As pessoas têm propósitos diferentes que vão de acordo com seus níveis de consciência, com a sua evolução pessoal.

Porém, as pessoas que estão na zona de conforto, que não estão abertas para o aprendizado, normalmente, não tem um propósito claro ou tem um propósito muito baixo,  muito simples, muito corriqueiro. 

Agora que você viu que a criatividade e o propósito são fundamentais para qualquer pessoa ter sede de aprendizado e sair da zona de conforto, confira esse relato sensacional sobre a importância dessas duas coisas andarem juntas!

Acredito que a criatividade faz parte de nossa vida como um todo, no sentido de fazer o que é importante e principalmente diferente. É importante sair da normose que estamos e aprimorarmos cada vez mais nossos conceitos e mente de forma inovadora, rápida, e não deixar de estar ligada, também, com nosso propósito e objetivo de vida. A partir do momento que faço o que gosto, sou criativa e, principalmente, feliz.

Denise Oldani, aluna do Curso Líder HD,

3 dicas para aprender a aprender

Agora que você compreendeu os possíveis motivos das pessoas ficarem nessa letargia, conseguiu que essas pessoas vivem como se não estivessem acordadas? Elas parecem que não estão despertas, estão vivendo um loop com a sua rotina ordinária.

Então esse tipo de pessoa tem uma vida que é igual a vida inteira, sem nenhum desejo de crescer, de evoluir, de aprender. E como eu falei anteriormente, às vezes pode ser uma pessoa com potencial brilhante, mas está extremamente limitada.

Como você viu, a pessoa pode não decolar na carreira, não sair do mesmo lugar porque não teve um bom mentor. Então chegou a hora de você ocupar esse espaço, como líder você tem um poder imensa de influenciar as pessoas!

Sendo assim, para você abrir a cabeça dessas pessoas, conseguir liderar e extrair o máximo potencial delas para que se desenvolvam, desafiem-se, busquem conhecimento e cresçam,  eu tenho X dicas importantes para transformar essa realidade!

Converse sobre o futuro

Chame as pessoas que você notar que estão estagnadas para conversar sobre o futuro, o que elas gostariam de tentar, de construir para si no futuro. Porque, às vezes, ela tem um horizonte muito pequeno, uma ideia muito vaga de propósito.

Quanto mais você falar sobre isso, a pessoa vai elaborar, desenvolver melhor e organizar isso dentro da cabeça dela. Você deve fazer boas perguntas, as perguntas certas para provocar nela uma reflexão para que saia do piloto automático e comece a visualizar o que ela quer para o futuro.

A partir do momento que ela tiver tudo isso em mente de forma bem clara, ela vai estar pronto para ir buscar conhecimento, aprender coisas novas, preparar-se para desafios e desenvolver-se profissionalmente.

Inspire as pessoas com boas histórias

Crie momentos inspiradores com sua equipe, por exemplo,  trazer alguém que tenha vindo de baixo e crescido na dentro empresa para contar uma história, caso não tenha, traga reflexões de pessoas de fora que alcançaram feitos incríveis, a minha dica é a história do Larri Passos que conto no podcast 096 | Como forjar um campeão.

A partir dessas histórias inspiradoras, você ajuda a pessoa a visualizar outros caminhos!

Mostre os caminhos e como percorrê-los

Aponte quais são os caminhos que a pessoa pode trilhar dentro da empresa e como ela deve se preparar. Muitas vezes os colaboradores não têm essa perspectiva de como construir futuro ali dentro, portanto, não eles não têm o desejo inato de fazer algo para buscar mais conhecimento e crescer.

Agora que você viu várias práticas interessantes sobre como você pode tirar as pessoas da zona de conforto e levar e colocá-las numa condição de aprendizado, de crescimento, é fazer aquela coisa que transforma: FA-ZER!

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MICHAEL OLIVEIRA

Michael é Líder e Fundador do Instituto Brasileiro de Liderança. Atua em posições estratégicas há 20 anos, é especialista em gestão de negócios e já liderou equipes e empresas nas principais capitais do Brasil, em posições de C-Level.

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